Programa Municipal de Controle do Tabagismo está disponível nas UBSs e oferece acompanhamento profissional, orientação e, quando necessário, medicamentos
Quem decidiu parar de fumar não precisa enfrentar esse processo sozinho. Em São José, a Secretaria Municipal de Saúde oferece gratuitamente o tratamento para pessoas que desejam abandonar o cigarro por meio do Programa Municipal de Controle do Tabagismo. O serviço está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. Para começar o acompanhamento, o morador deve procurar a unidade de saúde mais próxima de sua residência e passar por uma avaliação. O tratamento é realizado com acompanhamento de profissionais capacitados, principalmente por meio de grupos, com avaliação clínica individual, orientações para lidar com a dependência de nicotina e, quando indicado, utilização de medicamentos que auxiliam no processo de cessação do tabagismo. “Parar de fumar é um desafio e cada pessoa tem o seu próprio processo. Por isso, oferecer acompanhamento profissional é tão importante. Em São José, quem deseja abandonar o cigarro encontra acolhimento, orientação e tratamento gratuito na rede municipal de saúde. Nosso objetivo é ajudar esse morador a dar o primeiro passo e seguir esse caminho com mais segurança e apoio”, afirma a secretária de Saúde de São José, Sinara Simioni. A diretora de Atenção Primária da Secretaria de Saúde de São José, Scheila Monteiro Evaristo, destaca que o acompanhamento próximo aumenta as possibilidades de sucesso e permite que o tratamento seja adaptado às necessidades de cada paciente. “Não se trata apenas de deixar de fumar. É um processo que envolve mudança de hábitos, controle da ansiedade, identificação das situações que estimulam o consumo e, em muitos casos, o enfrentamento da dependência da nicotina. Por isso, o acompanhamento com as equipes de saúde é fundamental. O paciente não precisa fazer isso sozinho. Temos profissionais de saúde preparados para conduzir cada etapa do processo, avaliando a estratégia mais adequada para cada caso”, explica Scheila.