Jogador do Fluminense foi convocado pela primeira vez para a Amarelinha
O meio-campista Martinelli quer valorizar sua primeira convocação para a Seleção Brasileira e a oportunidade de trabalhar com o técnico Carlo Ancelotti. Em entrevista à CBF TV, ele explicou que deseja agarrar a oportunidade, pois sabe o quão foi difícil chegar à Amarelinha, e destacou que os atletas devem se sentir "privilegiados". “Todo jogador quer vestir o escudo da Seleção. Só tenho que agradecer a Deus por essa oportunidade, pelo professor e por todo o staff. E a cada dia que passa aqui estou desfrutando ao máximo, vivendo intensamente, porque a gente sabe como é difícil estar aqui. Temos que nos sentir privilegiados e dar a nossa vida pela Seleção”, comemorou. Ele foi selecionado para o lugar de João Pedro, atacante do Chelsea desconvocado por lesão. Contou que, após receber a notícia de que tinha sido chamado, conversou com o companheiro de Fluminense Thiago Silva, que jogou com Ancelotti no Milan e no PSG, para entender o dia a dia com o italiano. Em sua chegada à Seleção, o camisa 20 é um dos nove estreantes, ao lado de Mauro Júnior, Otávio, Jair, Arthur Dias, Breno Bidon, Matheuzinho, Gabriel Bontempo e Pedro Morisco. No primeiro amistoso desta Super Data FIFA, Martinelli não foi a campo no empate em 1 a 1 com a Austrália, na última sexta-feira (25), em Townsville. De olho no próximo duelo contra os australianos, na terça (29), e diante da Índia, no sábado (3), o meio-campista reforça que a Amarelinha encara as partidas com muita seriedade e com o objetivo de “evoluir a cada jogo”. “A gente sabe que são jogos importantes para nós. É o início de uma trajetória, de uma caminhada. A gente está encarando esses jogos com muita seriedade. Tivemos o primeiro jogo contra a Austrália e agora vamos ter o segundo. É uma equipe que tem suas qualidades, que é forte fisicamente, estamos conversando para que a gente possa evoluir a cada jogo, sentir à vontade e se adaptando dentro do esquema que o Mister quer. É jogo a jogo, mostrar a nossa força, criar nossa identidade, para que a gente possa evoluir e seguir fortes”, concluiu.