São Jose: Professoras da Educação Infantil compartilham práticas de leitura e escrita em seminário
Encontros mensais ao longo do ano incentivaram a reflexão sobre o trabalho pedagógico nas turmas do G5 da rede municipal de São José
Por EM PAUTA SC
Publicado em 18/10/2026 08:28
Grande Florianópolis

Encontros mensais ao longo do ano incentivaram a reflexão sobre o trabalho pedagógico nas turmas do G5 da rede municipal de São José

Construir histórias com as crianças, explorar palavras que rimam com os nomes e aproximar as famílias da literatura infantil são algumas das experiências desenvolvidas por professoras da rede municipal de ensino de São José compartilhadas no Seminário do Programa de Leitura e Escrita na Educação Infantil (ProLEEI). O seminário ocorre em dois encontros, nesta sexta-feira (16) e na próxima quinta-feira (22), na Casa do Educador. As práticas pedagógicas desenvolvidas foram inspiradas em formações mensais, oferecidas pela Secretaria Municipal de Educação ao longo do ano. A iniciativa integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA) e busca qualificar o trabalho pedagógico com as turmas do pré-escola (G5), a partir da reflexão sobre as atividades realizadas nos 41 Centros de Educação Infantil (CEIs) do município. “Queremos ampliar as possibilidades de trabalho com a leitura e a escrita na Educação Infantil, respeitando as características dessa etapa, em que a brincadeira, a literatura e as interações têm papel fundamental”, explicou a articuladora municipal do CNCA, Kerle Machado. Em 2025, cerca de 150 profissionais do G5 participaram de formações voltadas à leitura e à escrita na Educação Infantil. Neste ano, outras 120 profissionais participam do ProLEEI. As atividades são conduzidas por formadoras da própria rede municipal, selecionadas por edital e preparadas para atuar no programa. A formadora municipal Karina Greyce Conrat, que atua no Centro de Educação Infantil (CEI) Apam, no bairro Areias, explica que a formação incluiu a análise e o diagnóstico de práticas adotadas pelos professores para identificar oportunidades e diversificar as experiências de leitura e escrita oferecidas às crianças. “Essa troca de experiências inspira nosso trabalho. Conversamos sobre o que deu certo, o que não funcionou como esperávamos e o que podemos melhorar”, afirmou.

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